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O Poder da Oração

Publicado por RV em Devocionais · 1/6/2017 13:14:40
Tags: Devocional


"A verdadeira oração, feita com fé, é um poder para o pedinte. A oração, quer feita em público, quer no altar da família ou em particular, põe o homem na direta presença de Deus. Por meio de oração constante, a juventude pode atingir princípios tão firmes que as mais fortes tentações não a afaste de sua união com Deus." — The Youth’s Instructor, 15 de Fevereiro de 1900.

Quando no decorrer da nossa caminhada diária e paramos para observar a vida de Cristo, passamos a ter um maior entendimento no quanto a sua oração era poderosa. Na Bíblia encontramos algumas passagens de Jesus orando e o resultado das orações. Ele passou uma vida em oração enquanto ele esteve aqui conosco. Em Hebreus 5:7 diz que " Durante seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em clamor e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, tendo sido ouvido por causa da sua reverente submissão."

Jesus orou muito! Orava em alta voz! Não somente uma oração silenciosa. Sabemos que Papai do Céu não é surdo. Ele já conhece o que vai em nosso pensamento antes mesmo de proferir. Porém, existem ocasiões que precisamos colocar para fora o que está dentro da nossa alma. E o melhor de tudo, é que Ele nos entende nesse aspecto!

A pessoa Justa ora com a alma! Ora com lágrimas. Infelizmente, existem pessoas que não conseguem se quebrantar diante do Pai por conta do coração estar tão seco. O que nos chama a atenção e nos requer cuidado com a terra do nosso coração. Precisamos manter sempre regada com a Palavra de Deus, como está escrito em Deuteronômio 32:2:
"Que o meu ensinamento goteje como a chuva e as minhas palavras destilem como brando orvalho, como chuva suave sobre a relva que viceja, como garoa revigorante para as plantas verdejantes."

Meu amigo(a) você é uma pessoa justa nEle. Por conta dessa oportunidade, você pode orar e suplicar como diz a Palavra de Deus.

Aproveite o seu dia de hoje e procure ter um relacionamento mais pessoal com Deus. Ore sem cessar. Fará uma diferencial na sua vida!

Lembre-se "... A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos."

Um dia abençoado para você!




Graça que Alcança

Publicado por MV em Devocionais · 20/12/2016 21:29:21



Ele é um daqueles personagens sem muitas glórias para contar, que ficam escondidos nas histórias bíblicas. A forma mesmo como aparece pela primeira vez é trágica: aos cinco anos, Mefibosete sofre um acidente que lhe deixa deficiente das pernas para o resto da vida. (II Samuel 4: 4).

Com a morte de Saul, toda a sua descendência andava temerosa. Embora sabendo que Davi era um homem justo e temente a Deus, não faltavam pessoas – aqueles bajuladores de plantão – prontos a acabar com a descendência de Saul para “agradar”o novo rei, tanto que Isbosete, um dos filhos de Saul, foi morto justamente por essa causa (II Samuel 4:8).

Mas ao invés de aproveitar a oportunidade para vingar-se da família cujo patriarca passara a vida inteira perseguindo-o, Davi permanecia fiel a promessa que fizera a Jônatas, filho de Saul, de que jamais levantaria a mão contra um descendente seu. Por isso, depois de vitorioso, no auge de seu poderio, Davi ainda lembrava-se da aliança que fizera com seu amigo, e certo dia inquietou-se: “Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que eu use de bondade para com ele, por amor de Jônatas?” (II Samuel 9: 1).

Havia. E quem era? Mefibosete! O curioso é observar que, originalmente, ele se chamava Meribe Baal (I Crônicas 9: 40), que significa “combatente contra Baal”. Ele nascera para ser um herói corajoso! Mas agora se transformara apenas em Mefibosete, que significa “propagador da vergonha”. A queda de seu avô Saul o arrastou para a miséria, a ponto dele considerar-se a si mesmo com um cão morto (II Samuel 9: 8).

Então eu penso em quantos filhos que nosso Deus destinou para a luta, para a batalha pelo bem, para a vitória sobre os males deste mundo. Mas estes filhos acabaram sendo arrastados pela miséria de outros, caindo tanto ao ponto de serem apontados como “propagadores da vergonha”. Mas o fato de algumas pessoas abandonarem a verdade, não significa que a Verdade desvaneceu, nem que vamos cair também, traindo o destino para o qual Deus nos reservou: o de combatentes caminhando para a vitória certa.

E quando alguém cai, onde pode ser encontrado? Certamente não perto da glória.
“Onde está?”, Davi perguntou. E seu servo foi achar Mefibosete num lugar chamado Lo-Debar, que significa “sem pastagem”, “que não é nada”, “é sem valor”. “Onde estás?”, perguntou Deus a Adão logo após sua queda. E foi achá-lo encolhido e com medo por entre as árvores. “Onde estás?”, pergunta Jesus ainda hoje quando nos afastamos de Seu convívio. E a resposta nunca aponta para um lugar agradável.

Longe da companhia gloriosa de Cristo, podemos até encontrar refúgio, mas não em algo que tenha real valor. Imagino a cara de Mefibosete quando foi procurado pelos servos de Davi. Ele deve ter ficado mortalmente assustado. O que o Rei poderia querer com ele, descendente de um homem que o combatera a vida inteira? Mas ao encontrar-se com Mefibosete, Davi disse aquilo que Deus sempre diz quando quer ganhar a confiança de um pecador: “Não temas!” (II Samuel 9: 7).

Embora naquele momento Mefibosete representasse a própria miséria, Davi usou de bondade e misericórdia para com ele, por que é justamente a fraqueza que atrai a graça. Aquele homem, deficiente, representante da derrota e da maldade de seu avô Saul, foi recebido com amor, reconduzido a uma vida digna e passou a se alimentar na mesa do Rei.

Bem, você pode imaginar que para o padrão da época e mesmo de hoje, Mefibosete não fosse considerado pelas pessoas exatamente um enfeite para mesa real. Mas Davi o amava, porque via nele traços de seu amigo Jônatas.

Qualquer semelhança com a graça de Deus não é mera coincidência. É quando reconhecemos nossa fraqueza e feiúra espiritual, que Deus é atraído para  transformar-nos, e “nos faz assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco...” (Efésios 2: 6 –7).

É quando não temos nada para barganhar com Ele, quando percebemos que todas as nossas boas obras e lista de regras bem cumpridas não são suficientes para encobrir nossa condição miserável, que podemos entender a Sua maravilhosa graça: não temos nada em nós que nos justifique, mas Ele vê em nosso ser traços de seu filho Jesus Cristo, e pela aliança firmada na cruz, nos ama infinitamente e está disposto a nos buscar aonde estivermos.




Família

Publicado por MV em Devocionais · 7/8/2015 21:25:43



O pior tipo de solidão é aquela que se sente em meio a muita gente. Curiosamente, é no meio de muita gente que a solidão talvez seja mais freqüente. Nós, brasileiros, temos fama de sermos gregários, cordiais, amistosos, e ainda assim, a nossa cidade, o Rio de Janeiro pode ser resumido a um amontoado de alguns milhões de solitários. Os carros têm vidro escurecido, as portas têm dúzias de trancas, as janelas têm grades e os espíritos têm armaduras.

A competição e a insegurança nos obrigam a não confiar em estranho algum, a não dar muito papo para ninguém. A correria nos faz querer ficar em casa vendo um filme em lugar de irmos a uma praça, ou, simplesmente ficar conversando com nossos vizinhos na rua por exemplo. Mas entre tanto movimento e atividade, é extremamente difícil sentir-se notado. Por isso tanta solidão, tanto senso de desajustamento.

Aqui as coisas só são mais evidentes, o problema é antigo e universal. Todo mundo, em todo tempo e em todo lugar já padeceu de solidão e arrisco dizer que boa parte morreu dessa doença. Foi, pois, com a boca muito cheia que o salmista cantou: “Deus faz que o solitário viva em família” (Salmo 68:6).

Tolstoi começa sua obra-prima Ana Karenina dizendo que “todas as famílias felizes são iguais. As tristes, são tristes cada uma à sua maneira”. Não sei qual idéia de família você tem, se sua experiência é com uma família triste ou com uma feliz, mas pelo verso que citei, sei que na mente de Deus a idéia de família é uma antítese de solidão.

A solução, pois, para o mal que atormenta meus milhões de vizinhos e bilhões de companheiros de raça humana, é FAMíLIA. E Deus Se incumbe de providenciá-la, uma família feliz, capaz de ser um sumidouro para esses complexos de desajustamento e para todo tipo de dor de solidão.

A Bíblia afirma que em Cristo nós fomos adotados. Entramos em uma família, passamos a poder chamar outras pessoas de irmãos, na plena acepção do termo, passamos a poder ser chamados de “filhos de Deus”.

Ao passo que isso é para mim um consolo fantástico, é também um aviso quanto à responsabilidade que é pertencer a uma família. Precisamos entender que deixar de ser solitário envolve não apenas ter atenção, mas ter gente em quem atentar também. E na igreja eu sou um irmão mais velho para muita gente, e mesmo os mais velhos que eu precisam de atenção qualificada.



Todos precisam exatamente daquilo que eu preciso: que alguém lhes olhe nos olhos, que pare para ouvi-los, que sejam tocados, abraçados e que se sintam queridos. Na família ninguém é descriminado, ninguém é alijado, colocado à parte. Na família, na idéia de Deus, sobretudo, há calor e desvelo.

Que tipo de família é a minha? Como membro dela, estou engajado no cumprimento de um de seus mais sublimes papéis, o de ser a solução para a dor dos que sofrem com um mundo gelado?




O Pão da Vida

Publicado por MV em Devocionais · 8/5/2015 21:27:06



Ele curava qualquer enfermidade com um simples toque, uma palavra Sua, ou mesmo um olhar. Ele falava coisas eternas com autoridade, diferentemente dos líderes espirituais da época. Sua fama corria rápido, e o resultado disso era uma multidão ao Seu redor.

Em S. João 6 vemos um momento desses. Aquela enorme multidão, de mais de cinco mil pessoas, em torno dEle o dia todo, sem arredar o pé. Acontecia então o que hoje mesmo acontece: quem vai a Jesus não quer saber de deixá-Lo; quem se achega a Ele sofre com a idéia de sair de Sua presença.

Naquele momento aconteceu a multiplicação dos pães. Todos foram alimentados de forma miraculosa a partir de apenas cinco pães e dois peixinhos que um garoto havia levado, e que Jesus, orando, começou a partir e partir e partir, sem a comida nunca acabar. Foi tanta comida que Jesus pediu que recolhessem o que sobrou e só a sobra encheu doze cestos.

O que temos então? Uma multidão que havia saído a ver um Homem capaz de curar enfermidades, que falava com autoridade e agora percebiam que Ele era poderoso para resolver o problema da fome também!

Os discípulos andando por entre a massa excitada foram contaminados pelo sentimento do povo, era mais do que hora de fazer Jesus rei. Engraçado, querer fazer o REI se tornar rei. Não entendiam que o Reino de Jesus estava entre eles,  e dizia respeito à Eternidade e não a uma coroa de ouro fundido.

Jesus teve de obrigar Seus discípulos, os cabeças do “levante” às avessas, a entrar no barquinho e irem embora. Ele ficou para trás, dispersando a multidão, e, depois do último haver ido embora, pôs-Se a orar.

Imagino que os discípulos, frustrados com a atitude de Jesus, devem ter remado naquele fim de tarde se perguntando se Ele era mesmo o Messias. Se era, por que razão relutava em assumir a posição de chefe da rebelião contra Roma? Por que insistia naquele lenga-lenga de curar os pobres, alimentar os pobres, ensinar os pobres? Por que não partia logo para as cabeças?

Que paciência tinha Jesus!

No dia seguinte, alguns que tinham comido do pão multiplicado O encontraram do outro lado do mar da Galiléia e Lhe perguntaram como Ele havia chegado ali. Jesus gostava de ir direto ao ponto e disse algo como: “vocês estão me procurando não por causa do sinal, mas por causa do pão que comeram”. Eles não gostaram da resposta e mais à frente chegaram ao cúmulo de pedir um sinal dEle, mostrando que era mesmo o Messias.

Jesus faz então um longo discurso mostrando que Ele era o Pão da Vida, o Pão que realmente sacia, que deveria ser degustado dia após dia para que tivessem paz, segurança e esperança para a vida eterna. Ele tentou mostrar que era isso o que realmente interessava, mas o público, sequioso de pão de verdade e de ver o sangue romano regando o solo da Palestina, odiou ouvir esse papo espiritualizado demais e deixou Jesus.

Em suma, o milagre que o povo havia interpretado como sendo a solução para o problema da fome, era, em verdade, uma lição de dependência espiritual dEle, Jesus, que lhes daria o que realmente importava.

Ellen White comentou: “quando Cristo disse: ‘Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca’. Essas palavras significavam mais do que o ato de os discípulos juntarem restos de pão dentro das cestas. Jesus queria dizer que eles deveriam atentar para Suas palavras, estudar as Escrituras e entesourar todo raio de luz. Em vez de buscar o conhecimento de algo que Deus não havia revelado, deviam cuidadosamente recolher o que Ele lhes dera.”

Aí eu penso: o que eu faço com o Pão da vida que recebo? Eu o distorço e amoldo de acordo com as minhas idéias de reino? Eu descreio se na minha vida não acontece o que eu achava que seria melhor? Ou pego um pouco do Pão, mastigo, e  desperdiço todo o resto?

Temos à mão uma fartura imensa de material de estudo e aprendizado e liberdade para utilizá-lo e o que temos feito com isso?

O verdadeiro Pão da vida está a sua disposição hoje mesmo. Cabe a nós decidir o que fazer com ele. Deixamos de lado ou devoramos até as migalhas?




O que a música faz por você (Parte II)

Publicado por Hearing Guardian em Informativos · 16/3/2015 20:13:11
Tags: Música


Muitas pessoas aprendem música quando crianças e depois acabam deixando-a de lado por falta de interesse ou de tempo, mas o corpo delas nunca mais esquece o que aprendeu. Não estou dizendo que quem já tocou violão uma vez sempre sabe tocar, como é com a bicicleta, e sim que o treinamento que o corpo recebeu por um tempo nunca mas será esquecido.

O estudo da música realizado quando se é criança ajuda muito no desenvolvimento da audição. Um estudo da Northwestern University, na cidade de Chicago (Illinois, EUA), mostra que os adultos que estudaram música na infância possuem um sistema auditivo mais apurado, já que tal treinamento faz com que a identificação de frequências dos sinais sonoros seja mais facilmente adquirida.

Os pesquisadores comprovaram que a educação musical desde cedo “afina” o ouvido da pessoa naturalmente para sempre. O cérebro é ensinado a diferenciar os comprimentos de onda da série harmônica, por mais que ele faça isso de modo inconsciente.

A pesquisa foi realizada a partir da convocação de 45 jovens que foram separados em três grupos: aqueles sem instrução musical na infância, os que estudaram de um a cinco anos e os que estudaram de seis a onze anos quando crianças, sendo que o começo da instrução musical entre os participantes foi, em média, aos nove anos.


Os 45 jovens foram estimulados a dar respostas a determinados sons dentro de um estúdio. O nível de dificuldade das emissões sonoras foi aumentando aos poucos e, consequentemente, os voluntários dos grupos que estudaram música na infância obtiveram melhores resultados. Deixando bem claro para todos que uma audição apurada faz toda a diferença na vida, pois influencia na sua convivência social e até mesmo no seu equilíbrio.

O mais interessante, é que esse "super poder" não é restrito às crianças. Estudos dessa mesma universidade comprovam que adultos de diversas idades tem um desenvolvimento acelerado das partes do cérebro que percebem a música.

Ainda está em tempo!




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